MOSTEIRO CISTERCIENSE DA ESTRITA OBSERVÂNCIA -
TRAPISTA
Nossa Senhora da Boa Vista
Fundação em 11/02/2010
HISTÓRIA
A comunidade Trapista feminina Nossa Senhora da Boa Vista, foi fundada
em Rio Negrinho no dia 11 de fevereiro de 2010. As primeiras oito monjas foram
enviadas como fundadoras pelo mosteiro Trapista Nossa Senhora de Quilvo, Chile.
Na sua chegada residiram na cidade de Rio Negrinho numa casa do bairro de Bela
Vista, e mudaram-se para a primeira parte do Mosteiro, que está sendo
construído no bairro Rio Preto, na zona rural do município de Rio Negrinho, no
dia 24 de junho do ano 2013. Atualmente,
na data de 01 de outubro de 2014, são quatro irmãs chilenas, uma italiana, e
quatro brasileiras, das quais duas que entraram no Chile são já professas
solenes e duas, que entraram no Brasil, são respectivamente professa simples e
postulante.
A comunidade de
Boa Vista faz parte da Ordem
Cisterciense da Estrita Observância, conhecida como Trapista. É uma Ordem
integralmente contemplativa, formada por mosteiros de monjas e monges. Está dedicada à busca da união com Deus, em comunidades de vida cenobítica, ou seja
comunitária, que vivem no recinto
do mosteiro uma vida de entrega a Deus e à oração para o bem da humanidade.
A Ordem Trapista
faz parte, à sua vez, da mais ampla Família Cisterciense, que tem suas origens no ano 1098 no mosteiro de Citeaux, na França. Este
mosteiro foi fundado por três monges beneditinos com o objetivo de viver a
Regra de São Bento na sua pureza e integridade.
As monjas de Boa
Vista vivem hoje a
Regra de São Bento, no seu lema de oração e trabalho, enriquecida pela
espiritualidade cisterciense do século XII, cujo expoente principal foi São
Bernardo de Claraval. A oração tem como centro a Eucaristia diária e sete vezes
ao dia a celebração do Oficio divino, cantando em comunidade os salmos da
liturgia das horas. A oração pessoal se nutre da lectio divina, ou leitura e meditação da Palavra de Deus, e de
momentos silenciosos diante do Santíssimo Sacramento. O trabalho manual é para
o sustento da comunidade, que partilha a sorte de todos os operários do mundo,
vivendo do trabalho de suas próprias mãos, e, concretamente para Boa Vista, da
produção de cartões de saudação, chocolates finos, e cultivo dos terrenos da
propriedade.
A razão de
existir de uma comunidade Trapista é que cada monja possa oferecer sua própria
vida em união com o sacrifício de Cristo, para a salvação do mundo inteiro,
vivendo todas juntas, na alegria e doação diária, uma vida simples de caridade
fraterna, oração e silêncio, trabalho manual e momentos de partilha e diálogo comunitário,
na busca amorosa do rosto de Deus. Vivendo, no dia-a-dia, numa escola de
caridade fraterna, as monjas fazem a experiência de viver o seu Batismo em
profundidade. Conhecendo-se cada vez mais a si mesmas e simultaneamente a Deus,
descobrem sua verdadeira identidade de filhas de Deus. Se for possível viver o
Paraíso já aqui na terra, e o Paraíso é Jesus mesmo, elas o vivem, colocando
firmes os pés da sua humanidade aqui na terra e o desejo do coração e todo seu
tesouro ali no Céu.
Cara!!!
ResponderExcluirQue Bênção!!!
Eles rezam e nós vamos evangelizando!!!
Abraços!!!